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29 de dez de 2012

Livro: Herança

Quem acompanha o blog já percebeu que faz um tempo que não posto sobre livros. A verdade é que estava presa nesse.
Para começar, esse livro é o 4º e último da saga Eragon (êêêê, o cara finalmente escreveu o final) - Para ser legal com ele, o livro já tinha sido lançado a um tempinho, mas ele demorou muito entre o 3º e esse final.
Descobri essa saga vendo o filme, como a maioria das pessoas deve conhecer mesmo - o filme bem sessão da tarde, sem um final legal, sem nada demais. Mas tem dragões e isso é uma coisa que chama atenção.
Um belo dia, andando pela livraria, tinha uma promoção incrível que cada livro estava tipo R$20,00. Tinha os 3 primeiro.
Eu perguntei para a vendedora - São apenas esses 3?
Ela me respondeu - Sim.
Eu acreditei e comprei.
Levei para casa e comecei a ler. Não achei grandes coisas, tem muita referencias "senhor dos anéis". O autor obviamente é super fã de Tolkien e resolveu escrever sua própria saga na terra média. Só resolveu mudar um pouco os nomes, chamando a terra de Alagaesia, os Orcs de Urgals e Kulls e colocando dragão no meio. Obviamente, tem suas diferenças. Não estou dizendo que é igual, estou falando que tem referências claras.
O problema foi que quando estava chegando no final do 3º livro, a história não estava acompanhando. Faltava e muito para a batalha final e a queda do ditador. O livro acabou sem final, e o 4º ainda nem tinha previsão. Meus traumas com livro sem final começaram. E para piorar, descobri que o autor era uma menino de 20 anos. Pensei: " Esse menino está rico agora por causa do filme, não vai mais escrever o final. Jamais vou saber como Gabaltorix morre ou abdica do trono"
Depois de algum tempo o final foi finalmente lançado, eu me recusei a comprar e para a minha felicidade um amigo de faculdade é fã da série e me emprestou o livro. Assim, finalmente consegui me livrar de um trauma de "história sem final".

Mas agora vamos falar do livro em si, né?
É o final de um saga. Da forma exata que você espera. Os mocinhos só se dão muito mal, ai aparece uma esperança pequena. Essa não serve para muita coisa, e os mocinhos se dão mais mal do que bem, e vai nesse ciclo até mais ou menos a metade. Ai você começa a se perguntar como ele vai resolver todo o problema que ele está criando, que é bem grande. E a situação vai piorando mais e mais.
Ai ele inventa umas lutas que ninguém entende direito (do Roran com o Lord Bast), um feitiço sem palavras 'para que a Gabaltorix entenda' (??? né?), mata algumas pessoas do "bem" na batalha (para torná-la mais crível - não foi emocionante e não chorei mesmo) e ai acaba a luta.
E nessa parte do livro aconteceu o contrário do 3º livro. A história já tinha acabado, mas ainda tinham umas 100 páginas escritas. O autor resolveu não deixar nada para a sua imaginação. Ele escreveu mais 100 paginas no final contando o que cada personagem fez depois de viver aquela saga.
E nessa ele fez umas coisas que eu realmente não gostei, como transformar a Arya em cavaleira, dá a ela um dragão verde e macho que virou o namorado da Safira (como assim? Ele ainda era um bebê. Safira pedófila!!! Se fosse o contrário, iam logo acusar e impedir.- E pra mim a Safira tinha que ficar com o Thorn. Coitado, mal nasceu e foi aprisionado. Se redimiu e salvou a pátria! E depois foi viver isolado com o Murthag. Que, diga-se de passagem, também merecia um final mais digno - se casando com a Nasuada).
Não tenho problema com o final do Eragon em si, mas ainda acho que ele tinha que ter ficado com o Arya. Passar o romance deles para os dragões foi bizarro demais. E o que foi aquele "sexo falando seu nome verdadeiro"? É só falar o nome verdadeiro que você tem um arrepio.

Já deu para perceber que eu tenho um problema com essa saga. Mas é uma série legal se você gosta desse tipo de literatura fantasia.

Obs. Minha personagem preferida é a Angela - herbolária. Ela é cheia de mistério e é a única que posso imaginar o que ela foi e o que será! Porque assim, o final dela é simplesmente - estou indo andar por ai porque a nova líder quer controlar os feiticeiros e eu não serei controlada. Beijos e abraços, nos vemos na próxima aventura, porque é de perigo que se faz uma vida interessante.

26 de dez de 2012

Filme: Magic Mike

Esse filme saiu nos EUA há um tempo atrás e bastante barulho nas redes sociais, afinal não é toda a hora que aparece uma história de stripper masculinos, ainda mais com esses atores.
Claro que demorou para chegar aqui no Brasil, e mesmo quando chegou não estava passando no grande circuito. Tudo bem, eu dei meu jeito e consegui assistir.

Para começar, o filme é bastante doido. E depois que assisti fiquei imaginando em como daria uma série bastante interessante, isso porque, como um filme, tem um limite de tempo relativamente curto e vários assuntos como drogas, relacionamentos pessoais, aquele debate pessoal sobre esse mundo de dançarino de boate, entrar na vida ou não, a própria história dos personagens que os levaram aquele momento, acaba ficando tudo bastante superficial. Alguns assuntos, como dançar para homossexuais e relacionamentos com mulheres mais velhas acabaram nem sendo tocados. Por isso que uma série seria interessante. Cada um desses tópicos poderiam ter um temporada inteira para discuti-los. O problema da série seria escolher os atores certos para fazê-la funcionar. Afinal, Matthew McConaughey, Alex Pettyfer, Joe Manganiello, Matt Bomer e vários dos outros strippers são atores com já nome no mercado, e muitos atualmente já trabalham em suas respectivas séries.
Como já disse, o filme é meio sem sentido, e apesar do Mike ser o protagonista, Adam, seu pupilo ganha bastante destaque. Tanto que em um primeiro momento, parece que ele, Adam, é o principal da narrativa.
Particularmente, esse filme só fez sucesso porque tem atores famosos e semi nus, dançando para o público feminino. E nós, mulheres, gostamos disso.
O que me fez pensar mais sobre o filme, e fato escrever aqui sobre ele, foi o fato de como a irmã aceitou relativamente rápido o irmão virando um dançarino e entrando para esse mundo. E o porque para ele ir para esse mundo? Tem mulheres, bastante dinheiro e diversão. O que mais um menino de 19 anos quer? E isso de certa forma é aceito na sociedade. Se fosse com uma personagem feminina, essa explicação jamais seria aceita.
O filme tem seus altos e baixos, um final péssimo e algumas tramas mal desenvolvidas. Como já disse, essa história daria uma série bastante interessante, mas na falta, o melhor a fazer é ver o filme.
Obs. Se você for pesquisar na mídia como foi feita a divulgação do filme, eles usaram muito os nomes dos atores já consagrados, e que no filme em si acabam nem tendo tanto destaque assim.

22 de dez de 2012

Série: Gossip Girl

Acabou! A série que fez todos se apaixonarem por Nova York acabou depois de 6 anos de sucesso. E acabou porque estava na hora de acabar mesmo, e não por falta de audiência nem nada do gênero.
Como era uma série adolescente, que começou durante o ensino médio, os personagens já haviam se formado/desistido da universidade há algum tempo e já estavam vivendo suas vidas adultas.
A verdade é que tenho um carinho por essa série. Nunca foi minha preferida, nunca tive que ver no dia que saiu o episódio nos EUA, mas sempre acompanhei e adorei a Blair e o Chuck, e a Jenny, que era uma das minhas personagens favoritas, mas a atriz foi virar uma bêbada drogada que não conseguia decorar as falas e por isso acabou sendo tirada da série na metade.
As pessoas falam muito do legal de ser um blog que divulga e segue os personagens, e realmente foi uma ideia que previu um futuro, uma vez que quando o livro foi escrito ainda não existia twitter nem nenhuma dessas celebridades de internet. Mas aquele primeira parte, o xoxo, pra mim sempre vi como uma abertura da série, e nunca me importei com quem fosse a blogueira, ou como se revelou, o blogueiro. Nunca me chamou atenção esse gancho, e sempre acreditei que eles faziam as m. de propósito para aparecer no blog.
Essa foi uma das séries que a coadjuvante chamou muito mais atenção e conquistou os fãs antes da protagonista. Não duvido que a Blake, ou sua personagem Serena, tenha seus fãs e etc, mas pelos comentários, twitters e etc é fácil perceber que a Blair ganhou o nosso coração.
E quando surgiu o casal Blair e Chuck, foi a perfeição, e rapidamente se tornaram muito mais interessantes que o suposto casal principal que era a Serena e o Dan. Achei meio forçado eles acabarem juntos, mas tudo  bem. Aceito. E o mais legal foi que os roteiristas perceberam isso e souberam jogar com os casais, não forçou nenhum casal no público.
E diga-se de passagem, testaram TODOS os casais possíveis. Os 2 únicos que não dormiram juntos foi o Dan e a Jenny, e isso porque eram irmãos, senão já era. Todo mundo rodou ali. Até personagens que entraram só em 1 temporada foram pegos no furacão e acabaram ficando com mais de um personagem. E nessa série, os casais fazem sexo.
E talvez por isso que vários casais da série se formaram na vida real. Participar de Gossip Girl era quase certo sair namorando... Até pessoas que não fizeram casais na tela, mas se conheceram na série.
Bom, a série conta a vida dos jovens da alta sociedade de NY. Confesso que só li o primeiro livro, que achei bem mais "cru" no sentido de mostrar mesmo a bulimia, a bebida, as drogas e etc. Na série existe essas informações, mas elas ficam quase disfarçadas e mesmo assim vi uma entrevista dos produtores falando que sempre se meteram em problemas com associação de pais americanos por causa dessas cenas.
A série é fofa, fala de moda. Os protagonistas não tem problema com dinheiro, afinal isso eles tem de sobra. Sempre conseguem o que querem, e nem sempre de forma legal.
Aliais, lei não se aplica a eles.
A série foi pra Los Angeles, a série foi pra Paris. As gravações foram em Nova York.
O fim deixou um gostinho de quero mais. Vi umas cenas das primeiras temporadas e bateu saudades.
Quem sabe não faço uma maratona quando tiver tempo?

Obs. Logo no começo do lançamento da série, me animei para ler os livros, mas nunca consegui passar do primeiro. Era tão parecido com a série, e esta era tão superior, que desisti. Um ia acabar estragando o outro.

15 de dez de 2012

Filme: Histeria/ Hysteria

Tenho um mais novo filme favorito!
Apesar de não parecer, e talvez por isso, esse filme é uma das comédias românticas mais fofas, mais românticas, mais comédia, mais inesperadas dentro do possível para uma comédia romântica, enfim, mais tudo. Fui para o filme sem esperar nada e sai de lá com uma paixão na minha vida! Quero o personagem principal para mim! Quero aquele romantismo na minha vida.

Já expressei o quanto gostei do filme e, consequentemente, o quanto o recomendo. Mas falando agora da história...

Se você já leu a sinopse, sabe que o filme conta a história de como surgiu o vibrador. Sim, esse brinquedo sexual que hoje em dia tem em várias formas e já foi motivo de vergonha nas fotos alheias, prazer pessoal e etc. Todo mundo no mínimo já ouviu uma história, ou viu um filme/série que o consolo teve um papel importante na narrativa. Bom, nesse filme em particular, apesar dele parecer ser o assunto principal, a criação dele se mostra apenas como consequências de uma série de fatos aleatórios e o objeto em si, acaba perdendo a importância perto dos maravilhosos personagens desenvolvidos na trama.
No começo do filme até rola uma brincadeira dizendo que é baseado em fatos reais, mesmo! A minha grande pergunta em relação a veracidade do filme foi: Onde está Freud? Afinal, ele foi um dos grandes estudiosos que falaram que histeria não existe, certo?
Mas de qualquer jeito, a história se passa na Inglaterra, em mil oitocentos e alguma coisa. O personagem principal, um médico que após se formar acredita que germes existem, que limpeza é importante na medicina, que devemos lavar as mãos e trocar as ataduras dos machucados com frequência para não gangrenar. Enfim, um verdadeiro médico do séc. XXI. O problema é que ele está preso no séc. XIX, e os médicos com renomes nos hospitais acabam por demiti-lo devido ao desperdício de material.
Nessa busca incansável por um lugar para trabalhar em que pudesse cumprir seu juramento como médico e salvar vidas, acaba indo parar no consultório de um médico especializado em histeria. Esse médico tem 2 filhas, uma seria a perfeição inglesa, obediente aos deverias de filha e preparada para o matrimonio escolhido pelo pai. A outra, uma "histérica" que acredita no poder feminino, luta pelo direito ao voto, ao trabalho entre várias outras revoluções. Não acredita em casamento se não for com um igual, e trabalha voluntariamente em um abrigo. Claro que o pai não gosta e faz tudo para acabar com esse "emprego" da filha.
Nota: Para quem não sabe, histeria foi considerado uma doença feminina durante muito tempo. Depois, com Freud e outros pesquisadores, se concluiu que na verdade era simplesmente o desejo sexual feminino reprimido, pois naquela época a mulher não deveria/sentiria prazer sexual.
No consultório, ele aprende a técnica de acalmar as mulheres, que consiste em estimulação com a mão. Mas sendo um médico novo, bonito e etc, logo o consultório está cheio de mulheres, e como ele só consegue agradar com 1 mão, esta acaba desenvolvendo tendinite. Isso quase o fez perder o emprego. E é por isso que sem querer ele acaba desenvolvendo o vibrador.
E com isso o filme aborda temas como direitos femininos, limpeza e ética médica, nos mostra o desenvolvimento de tecnologias como o telefone e a entrada da energia elétrica na vida das pessoas.
O filme é fofo, as cenas de comédias são engraçadas, as de romances são românticas. O protagonista sabe levar mulheres ao orgasmo com uma mão, porém não sabe beijar, afinal era tudo profissional.
Os termos médicos usados no filme também são bem diferentes e até interessantes de saber sobre eles.

Só é uma pena que devido a sinopse e tudo não esteja passando no grande circuito de cinema.
As pessoas ainda tem um certo preconceito sobre ir no cinema assistir um filme sobre como o vibrador surgiu...

obs. o filme é de 2011 e só agora, final de 2012 que chegou aos cinemas brasileiros, e ainda assim em pouquíssimas salas.

8 de dez de 2012

Série: Awake

Essa série só tem 1 temporada, 13 episódios. E não terá mais. Foi cancelada, mas apesar disso ela tem um final bastante interessante para a proposta.
Claro que o final só serviu e foi aceitável porque a série tem apenas 13 episódios. Caso ela tivesse sobrevivido por mais tempo, eu teria odiado a forma relativamente simplista de terminar e solucionar o mistério.
E é possível perceber que, para os roteiristas, produtores e etc, a série tinha potencial de seguir para muitas temporadas, e alguns ganchos, sendo o principal o serial killer que surge logo no começo, se percebe claramente que ele está ali para nos deixar um pouco mais confusos. A história tem potencial porém não tem continuidade. Enfim, faz parte quando se começa a assistir uma série que já está cancelada.
Falando agora da história para você, que ainda não viu a série e não está entendendo metade do que escrevi acima.
A história gira em torno de um policial que sofre um acidente de carro. No carro estava sua mulher e seu filho. E a ideia é que 1 deles não tenha sobrevivido, contudo não sabemos quem. Nosso protagonista passa a viver 2 vidas, uma em que a mulher morreu, onde vive com o filho e etc, e outra que o filho morreu. Para diferenciar esses dois mundos, ele coloca um pulseira vermelha - quando está com a mulher - e verde - quando está com filho, e assim vai vivendo 2 vidas separadas. Uma com um filtro azul da câmera e outra com o filtro vermelho.
Para mim, só o filtro azul já indicava que o filho estava morto, mas ainda tinha minhas dúvidas se a mulher não estava também. Errei, mas não tanto assim.
Para deixar a situação mais intrigante, ele é policial e em cada "vida" tem um caso diferente. Porém pequenos detalhes, nomes e etc de um mundo acabam por ajudar a responder os problemas do outro. Quando eu li essa parte na sinopse, achei que seriam coisas mais subjetivas ou mais diretas. Diferente do que realmente eles fizeram. Tem coincidências meia estúpidas, como o nome do restaurante ser o mesmo que o do estacionamento. Mas apensar disso, essa parte até que funciona bem.
Para mim essa série não fez sucesso pelo simples fato dos personagens não terem profundidade. Tipo, o protagonista não tinha um passado duvidoso, nunca fez nada remotamente antiético. Prefere perder a sanidade do que se distanciar da família. O filho constrói uma moto escondida, ele descobre e dá os parabéns. Engravida a namorada? Chama a namorada para morar na casa, dá todo o suporte do mundo e ajuda. Não que eu tenha alguma coisa contra isso, mas ele era perfeito demais e isso acaba distanciando da "humanidade".
Além disso, faltou manter o mistério. Qual mundo é verdadeiro? Qual é um sonho? Quem morreu no acidente?
Quando eles começaram com as teorias de conspiração, que aliais, só existia no mundo com a mulher, me fez crer ainda mais claramente que aquele era o mundo real. Depois eles perceberam isso, e levaram a conspiração para o outro mundo também.
Mas sei lá. É uma série dessas doidas, que consegue trabalhar muito bem a ideia de como pequenas mudanças na nossa atitude pode afetar enormemente o futuro. Como um detalhe de te transforma no policial condecorado e outro no preso acusado de homicídio. Tudo é possível e ao mesmo tempo é nossa ilusão achar que podemos controlar qualquer coisa.
É uma série bem feita, não posso negar, e apesar de ter faltado algumas informações, por falta de tempo mesmo para fornecê-las, ela ficou bem fechadinha, redondinha.
Se você curte esse tipo de série, vale a pena conferir.

1 de dez de 2012

Livro: Captivated

Autora: Nora Roberts
Título em Português: Cativado

Sempre tive curiosidade para ler Nora Roberts, afinal sempre que entro em uma livraria, o que acontece com alguma frequência, tem um livro novo dela em destaque. Como alguém consegue escrever tanto assim? E vender tanto livro, porque eles não seriam destaque nem traduzidos se não vendessem razoavelmente bem. Além disso, vou fazer uma prova de inglês em breve, e a versão que tem aqui em casa é a original em inglês. Então nada melhor do que praticar lendo, aumentar o vocabulário. Juntando esses dois fatores, acabei passando esse livro na frente da pilha que tenho aqui em casa para ler.
Bom, não me arrependi de lê-lo, porém não pretendo continuar lendo a série - só se tiver realmente sem nada para fazer em algum momento do futuro. Confesso que não vi conflito na história.
Esse livro é o primeiro de uma "série" - são 4 livros, cada um conta a história de um dos primos, de como eles encontraram o amor verdadeiro.
O livro é um romance simples onde o homem - bonito, rico, com um emprego legal, simpático (enfim, todas as características desejadas) - muda para a cidade do interior que a protagonista mora - também linda, simpática e nesse caso Bruxa. Mas tipo, bruxa mesmo, com poderes de ascender lareira, transformar humanos em animais, prender uma pessoa no teto... Os dois se conhecem, se apaixonam e no final ela acaba grávida e ele aceita casar com ela. O grande clímax dessa história? Ele tem medo de relacionamentos porque a mãe o abandonou e ele foi viver com a avó que era uma mulher meia rude. Então ele demora algumas páginas para perceber que ele pode sim amar...
O homem, Nash, cujo emprego é roteirista de filmes de terror, muda para cidade justamente para escrever um roteiro sobre bruxas, e quer usar a Morgana (nome da protagonista) para a sua pesquisa. Ela aceita ajudar, e assim eles se aproximam.
Sendo bem clichê, Nora Roberts escolhe colocar o nome da bruxa de Morgana, e o nome da personagem bruxa do Nash no roteiro de Cassandra. Sério que tem que ter esses nomes para ser bruxa?
Uma coisa que curti é que cada membro da família tem um "poder" mais desenvolvido, o que dará alguma diferença nas próximas histórias, mas que eu duvido que tenha muita coisa diferente.
Enfim, é um livro para passar o tempo, bem clichê e bem óbvio. Um dia leio um outro livro dela para saber se são todos iguais, o que é minha aposta nesse momento.
Quanto a praticar meu inglês, além de perceber algumas estruturas de frase e talz, aprendi nomes de flores. As cenas de sexo do livro ficaram um pouco perdidas para mim, porque esse vocabulário, que curso de inglês vai ensinar né?