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24 de set de 2011

#Fikadica Rock In Rio

Primeiro dia de Rock in Rio, e tinha comprado o ingresso.
Fui com o onibus especial programado pela organização, que considero a melhor opção. É R$30,00 - 15 cada perna da viagem, mas de te deixa do lado da cidade do rock - único método de transporte que te deixa tão perto. Todos os outros tem que andar bastante. E na volta, apesar de ter que esperar um pouco para encher os onibus e mandar ir, foi bem organizado.
Quando cheguei no Rock in Rio, confesso que esperava mais da tão falada montanha russa - patrocínio da Chilli Bean. É bem pequena, apesar de ter um micro loop. As filas já estavam gigantesm de todos os brincados. O Kabun, patrocinado pela Bis, parecia coisa de parque infantil. pequeno e sem graça. E com muita fila também.
A roda gigante do Itaú - não achei que combinou com a marca - parou na metade da festa, e acredito que muitas pessoas, eu inclusive, não conseguiram ir. Ou seja, se a ídeia é ir nos brinquedos, chegue cedo e esteja preparado para pegar filas. Quanto a tão falada tirolesa, teve uma menina que parou no meio do caminho. Não pegou impulso suficiente e lá ficou. Depois disso, fecharam o brinquedo. Não funcionou durante os shows principais, então se você queria, como eu, passar em cima da multidão gritando na hora do show, isso não vai acontecer.
Confesso que tava esperando mais da Coca-Cola... a única coisa que pode fazer naquele stand é gravar um vídeo que pode ou não aparecer no telão do palco mundo no intervalo dos shows...
Quanto a alimentação, lá dentro tem Bob's em todos os cantos, mas os sanduiches são a lá Hot Pocket. Confesso que preferir ir no Informal e comer um escondidinho, 3 reais mais caro que o sanduiche e me alimentou bem melhor.
A água varia bastante de preço dentro da cidade do rock. No meio da multidão, custa R$5,00. No Bob's é R$2,50. Nos ambulantes que não estão no meio da multidão é R$4,00. Então fiquem atentos. Se vai ficar no meio da muvuca, já compra água no Bob's e leva pra lá.
Apesar da organização falar que aceitam cartão lá dentro, é melhor levar dinheiro, e trocado. Assim a fila é menor, anda mais rápido. De fato tem caixas eletronicos Itaú. Quem não é cliente do Itaú, provavelmente paga taxa extra e só pode tirar dinheiro se for do cartão de crédito. Para quem for cliente itaú, existe ainda um guarda volume especial. Mas acabam os armários relativamente cedo, então se quiser, tem que chegar cedo.
Os shows são bem curtos, e com horário super controlado. Logo, os artistas só apresentam as músicas mais conhecidas. Assim, se você é super fã de uma banda, e queria ouvir aquela música lado b do disco, que só você conhece, desiste. Não vai ser no Rock in Rio que você vai ver.
O clube social tava dando biscoitos na multidão, mas uma das promoters resolveu vender por R$2,00. O cara responsável pela campanha deve ter ficado p** da vida. Mas também, precisava fazer os promoters usarem aquelas roupas?
Quanto a cerveja, só tem chopp Heineken, que é a patrocionadora oficial. Nos Stands, R$6,50. Com os ambulantes R$7,00. Sempre tem variação...
Meninas, nos banheiros não tem espelho, então se você quer retocar maquiagem ou qualquer coisa do gênero, leve seu próprio espelho. Mas fora isso, os banheiros estavam até bons. Só no final, que as pessoas porcas deixaram tudo nojento.
Para quem quer comprar camiseta lá dentro, as da loja de produtos oficiais, custa entre R$70,00 e R$80,00. Mas no final do show, lá pelas 3:30 da manhã, tem umas pessoas não autorizadas, pelo que parece, vendendo camisetas daquelas clássicas a R$30 reais, podendo baixar pra R$20. Eu me recuso a pagar 70 contos em um camiseta. Mas muita gente pagou.
Quem chegar cedo, se prepara pro calor, tem até fonte de água que as pessoas estava se molhando. Mas de noite, tem um vento friooo... Mas bem frio mesmo. Conheci duas paulistas que estavam reclamando do frio - logo, não é frio carioca. Leva casaco, ou se vai se molhar, uma muda de roupa para trocar.
Para finalizar, a cidade do rock tá uma graçinha, bem parecida com a Disney. Acho se a Disney fizesse um festival de Rock, seria como esse Rock in Rio. A rua do Rock é linda, apesar de ser apenas da direita. Se tivessem colocado as casinhas dos dois lados, daria uma ar mais.... fantástico.


Vale a pena conhecer o lugar, ver as marcas, assistir os shows, mesmo sozinho. Mas só iria um segundo dia se fosse com muito amigos para rir bastante.
#fikadica para quem ainda vai!! e 2013 tamos lá de novo! :)





ahh, e agora existe um motivo para não enforcarmos 2015 - o Rock in Rio... Isso quer dizer, tenho até 2014 para ficar rica e assim poder aproveitar Copa, Rock in Rio, Olimpíadas.

10 de set de 2011

Série: Fairly Legal

É uma série mais ou menos sobre advogados. Na real, a protagonista costumava a ser uma advogada, de família na carreira e é casada com um advogado... mas depois de um tempo, decidiu largar o direito e passou a ser mediadora - isto é, aquelas pessoas que tentam fechar um acordo antes de ir pro tribunal, e com isso economiza tempo e dinheiro de todo mundo - e ela é muito boa nisso, como em toda a série em que uma mulher como protagonista.
Interessante e diferente dessa série é o fato dela morar num barco, que por fora parece bem simples e pequeno, mas o espaço interno é bem considerável. Se passa em São Francisco - ainda é na California, mas todo mundo que conhece sabe que possui suas peculiaridades e não é uma cidade típica americana. Outro fator que me fez gostar da personagem é que ela considera todo mundo da família personagens do mágico de oz no celular. O pai é o grande feiticeiro, o marido é o homem de ferro, o assistente é o espantalho, e claro que a madrasta é a bruxa má do oeste. Mas essa brincadeira é deixada de lado muito rápido na série. Talvez pudesse ser melhor explorada...
A história começa com o pai dela já morto, presumidamente de velhice - mas seria interessante se a madrasta tivesse matado - a madrasta, que é uma mulher bonita, loira e quase da idade dela, assumi a empresa do pai, onde ela continua trabalhando com mediadora, o irmão dela, que também é advogado, resolveu largar a carreira pra cuidar da filha, um bebê super fofo, que infelizmente só aparece em poucos episódios. A relação dela com o irmão poderia ser mais interessante.
Ela está para se divorciar do marido, já moram juntos, mas nessa primeira temporada ainda não sabemos o porque.
Existe ainda um outro mistério que aparece episódio sim, episódio não...
No final, é uma série muito interessante, com muito potencial e pouco aproveitada. Histórias paralelas e explicação de algumas coisas são necessárias para que a segunda temporada valha a pena. Tem tudo para ser um grande sucesso nessa primeira temporada de 10 episódios, porém a audiencia não anda muito boa, mesmo assim, foi renovada para a segunda temporada.
Se prestarem atenção, no último episódio, a protagonista grita para a camera "eu vou voltar" - o que achei uma sacada genial do roteirista.
E aquela atriz é de fato muito simpática, apesar da foto nos sites para download ela parecer estranha e antipática, ela tem aquele sorriso que faz você se apaixonar pela atriz?

3 de set de 2011

Série: Outsourced

Há algum tempo que eu não sento na frente da televisão, em parte por falta de tempo, em parte porque meu computador me fornece todo o entreterimento audiovisual que necessito. Mas outro dia fui tomar café em frente a TV e liguei na Warner. Estava passando The Big Bang Theory, que é uma das minhas séries preferidas, então fiquei assistindo... e no intervalo estavam anunciando essa série: Outsourced. Como a Warner é com intervalos, a cada dois segundos, a mesma propaganda...
Enfim, me pareceu bem interessante, e fui procurar mais na internet mais sobre a série, talvez até assisti-la.

Achei, baixei e assisti. E recomendo.

É um sitcom, e como tal, cada episódio é de um pouco mais de 20 minutos, o que torna rápida de assistir. Tem 22 episódios, e foi cancelado depois da primeira temporada. Mas tem começo, meio e fim. O último episódio nos dá um final interessante.
Mas falando sobre a história, é um americano que é mandando da Índia para gerenciar o Call Center da empresa em que trabalha. Claro que os funcionários dele são uma piada e é cheio de clichês, como em todo o bom sitcom. Claro que os indianos fazem a dança, cantam... Bollywood é citada e algumas partes da cultura bem evidenciadas.
Não é um drama tão bem produzido quanto "Caminho das Índias", mas as novelas brasileiras são bem maiores e ocupam muito mais tempo.
Fica bem evidente o pensamento americano que apenas eles, ou uma australiana - que tanto o sotaque quanto a aparencia me lembrou muito uma amiga inglesa - podem gerenciar verdadeiramente um Call Center indiano.
A crítica as empresas americanas também está presente, quando percebemos que eles desestruturaram toda a companhia, colocando o Call Center na Índia, a fábrica na China, o RH no Haiti... Só a venda dos produtos é de fato nos EUA... Faz parte da comunicação globalizada.
Mas os intem que são vendidos no Call Center são as besteiras americanas, como poça de sangue de plástico, vomito, e quase um sex shop também, com vários brinquedos do gênero.
Bom, é uma série para passar o tempo, rir um pouco, e claro, aproveitar o amor entre culturas distintas.
Só uma pequena observação, quando estava pesquisando sobre a série, para saber se tinha sido renovada ou não, descobri que na realidade ela é baseada em um filme com o mesmo nome. Quanto tiver tempo e achá-lo eu assisto.